Federação Desportiva de Surdos do Paraná

Outras notícias

São agrupadas as outras notícias, informações etc. fora da FDSP e da CBDS.

25/07/2014 – Pesquisa importante sobre ESPORTE SURDOLÍMPICO

PESQUISA IMPORTANTE SOBRE ESPORTE SURDOLÍMPICO

Aos Atletas surdos,

Favor ajudar a responder no formulário:
https://docs.google.com/forms/d/14I8wot5O9EM5kPZ5RfHypc9zivKhxOLTCBayvhg-bR8/viewform?usp=send_form

O vídeo acima está em LIBRAS com a explicação para entender melhor do que se trata a pesquisa.

Vamos lá ajudar a responder!!! Isso é importante para futuro Desporto dos Surdos no Brasil.

Abaixo estão as palavras do Prof. Anderson Santana Jr. (Prof. Juju):

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Caros amigos do Esporte Surdolímpico Brasileiro,

Gostaria de solicitar a ajuda de todos vocês para a divulgação dessa pesquisa sobre as modalidades que os surdos praticam em suas entidades ou no seu dia-a-dia.

Objetivos:
– Pesquisar a quantidades de surdos-atletas que temos no Brasil;
– Levantar dados dos esportes mais praticados pelo surdos-atletas;
– Mapear os estados e seus esportes;
– Mostrar a realidade esportiva surdolímpica do Brasil.

Público-alvo:
– Surdos-atletas;
– Alunos das escolas de surdos.

Sabemos que o cenário da Educação Física nas escolas de surdos não é das melhores, pois os profissionais não são capacitados e nem mesmo usam LIBRAS na sala de aulas. Também temos muitos surdos-atletas “perdidos” pelo nosso País onde se destaca em algum esporte que não é de grande porte na nossa comunidade como, por exemplo, BADMINTON, HANDEBOL, NATAÇÃO e assim por diante. O FUTSAL e o FUTEBOL DE CAMPO são os esportes que são mais praticados pelos surdos-atletas brasileiros. Enfim a pesquisa tem a finalidade de descobrir novos talentos para o nosso futuro do esporte surdolímpico brasileiro.

Levará apenas 2 minutos do seu tempo para responder a pesquisa e nada mais.

Agradeço a compreensão e colaboração de todos. Qualquer dúvida, estou à disposição.

Obs.: Compartilhem com seus amigos!!!

Profº Anderson Marcondes Santana Junior
CREF 022687-G/PR
anderson.santana.jr@gmail.com

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21/03/2014 – Copa Sul de Futsal em Novo Hamburgo/RS

Cartaz Copa SulNos dias 05 e 06 de abril, acontecerá a Copa Sul Brasileira de Futsal em Novo Hamburgo/RS.

Entre os times da Região Sul, na categoria masculina, ASPB e ASSJP foram classificadas para evento devido à sua participação na Copa Paraná, ocorrida em dezembro de 2013, porém ASPB desistiu a participação e a suplente ASL a substituiu.

Os jogos da Copa Sul iniciarão às 08:00 no Ginásio Agostinho Cavasotto, sito à Rua Portugal s/n, bairro Rincão, que fica na lateral à BR-116 no viaduto do Rincão – Sentido Interior para Capital.

                

25/10/2012 – Surdos querem seu espaço

A seguinte reportagem foi escrita pela Irce Falcão, da Folha PE, datada em 07/10/2012, onde fala sobre Surdolimpíada que não é conhecida pela sociedade brasileira. Não perca a leitura!

 

Eles também querem seu espaço
Desconhecida do público, a Surdolimpíada existe e acontecerá em 2013, na Bulgária
   
Em 2012, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres foram responsáveis por uma grande festa dentro da comunidade desportiva, reunindo competidores dos quatro cantos do mundo nos eventos considerados os ápices de suas carreiras. O que poucos sabem é que 2013 não ficará fora do calendário de grande relevância internacional. Será a vez da Surdolimpíada. Se você está surpreso com essa novidade, não se preocupe. Apesar de o evento ser realizado desde 1924, grande parte da população internacional e brasileira, mais precisamente, desconhece sua existência.

A próxima edição terá como sede a cidade de Sofia, capital da Bulgária. Até o momento, a delegação verde e amarela tem representantes apenas na natação, judô, karatê e vôlei de praia, onde está classificada a dupla pernambucana Beth/Carol (Hospital Português/AABB/Secretaria de Esportes). Como são líderes do ranking brasileiro da modalidade e atuais tricampeãs do Circuito Nacional, elas conquistaram a classificação para o Mundial da categoria, realizado no início de setembro, na Turquia. Essa participação valeu o passaporte para a Surdolimpíada. “Pretendemos levar ainda vôlei indoor, atletismo, judô e tênis de mesa. Mas não está fácil. Até agora, nenhuma entidade privada e/ou pública demonstrou interessse em apoiar, nem mesmo o Ministério do Esporte”, comentaram o presidente e a vice da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), Gustavo Araújo Perazzolo e Deborah Dias de Souza.

A primeira vez que o País enviou representantes para a Surdolimpíada foi em 1993, coincidentemente em edição também realizada em Sofia. Na ocasião, dois nadadores disputaram 11 provas e chegaram próximo do pódio, com três quarto lugares. Desde então, a natação brasileira é a modalidade mais presente no evento, tendo ficado de fora apenas da edição de 2005, em Melbourne, na Austrália. Neste ano, o Brasil teve apenas uma dupla de vôlei de praia classificada. A primeira e única medalha da história, porém, saiu no judô, com o bronze de Alexandre Soares Fernandes, na categoria até 81 quilos, em Taipei (China), em 2009.

No Brasil, o órgão que regulamente as atividades entre os surdo-atletas é a CBDS, que, mesmo demonstrando interesse, não possui nenhuma ligação com os Cômites Olímpico e Paralímpico Brasileiros (COP e CPB, nessa ordem). Segundo o CPB, a entidade reúne competidores com deficiências de natureza física, motora ou intelectual, alegando ainda que atletas surdos podem participar de disputas convencionais, desde que haja pequenas adaptações. Outra justificativa dos cartolas é que o Comitê Internacional de Desportos de Surdos (ICSD) não é filiado ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Alheios aos conflitos de bastidores, os surdo-atletas se mostram realizados, orgulhosos por servirem de exemplos a outros cidadãos com a mesma limitação. “Vejo o esporte como uma forma de valorizar e expressar que a comunidade surda tem o seu valor” É um exemplo de vencer barreiras, de mostrar que podemos estar na quadra. O surdo deve ser visto como um estrangeiro e não como deficiente. Assim como tem o inglês, o espanhol, tem as libras. Só muda a linguagem”, destacou Carol, que é pedagoga nesta área e já foi atleta da seleção pernambucana juvenil indoor.

De acordo com o regulamento do ICSD, são considerados atletas dessa categoria aqueles que têm perda auditiva bilateral ou superior a 55 decibéis no melhor ouvido. Atualmente, a Confederação Brasileira possui 1.400 esportistas registrados com tendência a aumentar devido à expectativa pelos incentivos do Bolsa Atleta, da Lei Agnelo/Piva e da Lei de Incentivo ao Esporte.

Matéria retirada pelo site oficial aqui.

    

 

05/10/2012 – Vôlei de Praia do Brasil é 5º lugar no Ranking Geral do Mundial

A dupla, Carolina Longmann e Elizabeth Borges, conquistou o 5º lugar no Ranking geral do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, algo inédito para o Brasil. Isso foi de grande importância para a comunidade surda. “A nós, como pais, foi emocionante presenciar a integração entre os atletas dos 17 países, que consideramos até mais importante do que os próprios jogos, mesmo tendo a excelente classificação de quinto lugar”, relataram os pais da Beth, Sr. Eduardo e Sra. Ana Rosa Borges. Falaram-se também que o Brasil ganhou o respeito e admiração de outros países por ter a bandeira hasteada na Turquia, divulgando a determinação e competência da dupla.

A organização do evento foi elogiada pela dupla. “O Mundial na Turquia foi um sucesso absoluto!!! Uma equipe muito organizada. Cada grupo executava bem as suas responsabilidades. Claro que houve algumas falhas, mas falhas também fazem parte. Mas diante do grande sucesso as falhas se tornaram tão pequenas”, admirou-se a Carol para o site da CBDS.

A Carol ainda solicitou para a CBDS continuar lutando e valorizando o esporte de surdos, pois alertou que “é preciso treinar e investir muito, mas muito mesmo do vôlei de praia. Os jogadores [estrangeiros] são muito focados e competitivos”, onde vivenciou a sua experiência de que o Mundial foi inesquecível para sua vida pessoal e também sua vida esportiva. “A gente vivencia tantas emoções, stress e frustração”, observa-se.

A sua colega da modalidade, Beth, foi mais firme: “Se querem chegar o mais longe em realizar os seus sonhos, as suas metas, o importante é ter disciplina, com dedicação e muito treino, sem desistir nos momentos de desânimos, seguir em frente, que todos conseguem chegar onde quiser”, lembrando da frase famosa “Sou brasileiro e não desisto nunca!”.

“O engrandecimento foi o principal motivo para encarar esse longo desafio, passando por questões pessoais, éticas, profissionais e morais. Aprender para inserir o Brasil no mundo do vôlei de praia para surdos foi uma grande realização, como também uma honra”, orgulha-se o técnico da dupla, Edson Maranhão.

“Quero agradecer especialmente a meus pais, ao Hospital Português, a Secretária de Esporte de Pernambuco e ao treinador pelo apoio, sem esquecer os queridos torcedores, que acompanharam tudo com muito carinho e confiança em nossa dupla. Tudo isso foi observado pela internet, quando nos momentos livres, eu acessava a rede social, com muita ansiedade para repassar notícias e ver os recados, mesmo com algumas derrotas, mas todo mundo apoiava e vendo tudo isso me enchia de forças e motivação para continuar disputando pela melhor colocação”, concluiu a Beth para FDSP.

29/09/2012 – Conquista das 10 medalhas inéditas de Lutas para o Brasil

A equipe da Seleção Brasileira de Lutas da CBDS, formada pelos 14 surdo-atletas nas modalidades de Judô e Karatê, participou no Campeonato Mundial de Artes Marciais, no território venezuelano, durante o período de 17 a 24 de setembro de 2012, trouxe ótimo resultado para a comunidade surda, onde conquistou 10 medalhas, sendo 1 ouro, 3 prata e 6 bronze, e ainda animou o Brasil por estar em 5º lugar no ranking geral deste Mundial. “O Brasil há muito precisava mostrar sua força numa competição internacional e neste Mundial conseguimos um resultado inédito, um 5º lugar no ranking geral. Todos estão de parabéns! Não vejo como expressar em palavras tudo que foi feito para que fosse possível a ida do Brasil a este Mundial e apesar de todas as dificuldades nossos atletas se superaram fora e dentro do tatame”, falou Eduardo Duarte, que foi representante da Seleção Brasileira neste Mundial.

O surdo-atleta de Karate, Thiago Gonçalves, residente no Rio de Janeiro, afirmou estar muito satisfeito com o resultado de conquista de três medalhas (bronze), pois foi seu primeiro Mundial. “Deu para ver que tenho plenas condições de voltar no ano que vem para os Jogos Surdolímpicos na Bulgária com uma colocação ainda melhor. Vou me preparar mais”, enfatizou positivamente o karateca.

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